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CARTOGRAFIAS PERIFÉRICAS

A ARTE COMO UM DISPOSITIVO DA CONSTRUÇÃO DE UM MAPEAMENTO DA CIDADE. A RELAÇÃO PERIFERIA-CENTRO E DICOTOMIAS SOCIAIS E A INTERCESSÃO CIDADE-ARTISTA.

 POR  CLÉBSON OSCAR

Primeiramente, uma caminhada

Nossa percepção de cidade é limita aos espaços e as rotas que traçamos diariamente: bairro em que mora, bairro onde estuda/trabalha, bairro que frequenta para lazer e outras atividades habituais; na maioria das vezes só conhecemos entre três a cinco bairros, e não por suas totalidades. A cidade é constantemente modificada por movimentos sutis, como o vai e vem de pessoas, fachadas que mudam de cor, e pelos movimentos complexos, das subidas de novos prédios, novos viadutos, construções que cobrem a paisagem e alteram o entorno, situações que alteram drasticamente a dinâmica dos espaços e dos fluxos cotidianos. Sendo assim, a nossa percepção dos espaços se perde dentre tantas alterações diárias, e pelas novas configurações que surgem e incidem sobre eles.

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  • Adiar, às vezes, é não querer
  • Carro branco ou reaprender os verbos
  • eu sou a vírgula do seu carnaval
  • Dormir com uma planta debaixo da rede
  • Finja que não me conhece e recomece tudo, de novo
  • Plantas novas, café coado, suor na pele e outras coisas